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Protagonismo feminino na hora do parto e visita às obras do Monporto marcam o sábado em Rio Grande



A cidade do Rio Grande foi sede neste sábado, 25, de um grande debate sobre o atendimento materno-infantil e o protagonismo da mulher em suas escolhas na hora do parto. Além disso, médicos das áreas de ginecologia, obstetrícia e pediatria puderam conferir de perto o andamento das obras do hospital Monporto diretamente do canteiro de obras na Av. Presidente Vargas.


A abertura do evento “Atenção a saúde materno-infantil” ocorreu com uma apresentação on-line pelo chefe do serviço de ginecologia e obstetrícia do Hospital Moinhos de Vento, Dr. Edson Cunha Filho, ginecologista e obstetra. Durante sua fala, ele apresentou dados do atendimento da saúde complementar, bem como, mostrou a realidade do atendimento em um centro de excelência como o Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.


Logo após, um painel foi realizado com a participação do diretor clínico do Monporto, Yuan Ting Hsu; médica especialista em ginecologia e obstetrícia, preceptora da Residência Médica e do internato da FAMED HU-Furg, Lisie Martinato; médica especialista em ginecologia e obstetrícia, professora da FAMED HU-Furg, Janaina Saavedra; médica pediatra e neonatologista, plantonista UTI pediátrica HU-Furg, Fabiana Bortolini; médica pediatra e intensivista, rotineira da enfermaria pediátrica do Hospital Universitário da Furg e médica rotineira da UTI pediátrica HU-Furg, Luciana Leyraud; professor adjunto da Escola de Medicina da PUC-RS, presidente da Comissão Nacional de Mastologia da Febrasgo e Chefe do Serviço de Mastologia da PUC-RS, mastologista do corpo clínico do Hospital Moinhos de Vento, Felipe Zerwes e; o presidente do Monporto, Rafael Avancini.


O painel abordou alguns assuntos como: mapeamento genético e bioética, redes sociais e educação em saúde, inteligência artificial e o futuro, a mulher tem o protagonismo na decisão sobre o parto e, design de serviços e a construção do contexto certo para o cuidado certo. Entre os principais momentos do debate, a médica especialista em ginecologia e obstetrícia Lisie Martinato resumiu a grande vontade das mulheres no momento de construção da hora do parto: “a mulher quer ser a protagonista, quer ser a responsável pelo parto dela. Ela quer escolher sobre cada detalhe”. Complementando sobre o assunto, a médica especialista em ginecologia e obstetrícia Janaina Saavedra complementou que a mulher também quer a orientação correta sobre o nascimento e que o médico é ouvido quando explica os motivos das decisões e opções médicas: “a mulher quer o seu bebê bem”.


Monporpo


O CEO da L+M, empresa responsável pela implementação do Monporto, também apresentou a preocupação do novo hospital com a construção de um padrão de serviços que atenda o paciente da forma mais organizada, lógica e ágil possível. “O design de serviços está sendo construído e pensado desde o momento em que a pessoa faz o check-in em casa até o momento que ele deixa o Monporto. Contudo, essa construção passa pela análise e crítica do corpo clínico, dos médicos e, por isso, a opinião de vocês é extremamente importante”, afirmou ele.


Como um hospital em construção a partir da planta, “o Monporto nasce sem vícios, construído por todos”, afirmou o presidente Rafael Avancini. Ainda segundo ele, o Monporto chega para a recuperação da autoestima do médico rio-grandino. “Queremos que cada encontro como esse seja um multiplicador. Estamos construindo juntos um serviço para todos. Monporto está no caminho certo, buscando e olhando para os exemplos certos”, concluiu ele.


Obras


Logo após o evento, os convidados e painelistas puderam conferir as obras que estão em andamento em ritmo acelerado. Monporto está sendo construído com mais de 9,3 mil metros quadrados de área construída na fase inicial, dentro de um terreno de aproximadamente 15 mil metros quadrados. O objetivo do hospital é entregar o cuidado certo ao custo certo para a comunidade regional. Estão sendo investidos para isso, cerca de R$90 milhões entre a construção da edificação, compra de equipamentos, mobiliário, ativos de TI e capital de giro.


Estão sendo gerados 150 empregos diretos durante a construção, além de 200 empregos indiretos. Já na primeira fase de operação, serão 450 empregos diretos e 150 indiretos. A capacidade inicial do hospital será de 75 leitos hospitalares, incluindo quartos com dois leitos, apartamentos, terapia intensiva e hospital-dia. Conforme a demanda, o hospital já estará preparado para atingir 200 leitos. A obra deve ser concluída no primeiro trimestre de 2023.


Imagens - crédito: Juliana Pontes

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